Autorizar-se Psicanalista e o Desafio de Restar Um
Tornar-se psicanalista não é receber uma formação pronta
Não existe um percurso universitário que culmine em um diploma de psicanalista. Não se é psicanalista, torna-se um.
Se é tão difícil manter essa posição, é porque ela não pode tomar apoio em uma garantia exterior: nem diploma, nem escola, nem mestre.
A partir dessa questão, Jean-Michel Vives retoma a formulação de Lacan de que “não existe formação analítica” e de que “a psicanálise é intransmissível” para investigar o desafio de transmitir o não-transmissível.
É nesse ponto que a obra se concentra: no que está em jogo quando um sujeito se autoriza psicanalista e no desafio de restar um.
Sobre o evento
Um debate sobre o tornar-se psicanalista.
Neste lançamento, Jean-Michel Vives apresenta as questões que atravessam Autorizar-se psicanalista e o desafio de restar um, com mediação de Josiane Orvatich.
Entre os temas do encontro:
- Como tornar-se psicanalista;
- Transmitir o não-transmissível da psicanálise;
- O desafio de restar um psicanalista;
- O que testemunha um analista de sua experiência.
Horário: 10h.
Transmissão: YouTube.
Participação: Gratuita.


Sobre o livro
Autorizar-se psicanalista e o desafio de restar um | Jean-Michel Vives
Não existe um percurso universitário que culmine no diploma que permita ser psicanalista. Não se é psicanalista, torna-se um.
Se é tão difícil manter essa posição, é porque ela não pode tomar apoio em qualquer garantia exterior: nem diploma, nem escola, nem mestre. Lacan formulou essa questão com a radicalidade que lhe é característica: “não existe formação analítica” e “a psicanálise é intransmissível”.
Em Autorizar-se psicanalista e o desafio de restar um, Jean-Michel Vives explora a possibilidade de transmitir o não-transmissível e o desafio de tornar-se psicanalista.
Série Psicanálise, Clínica e Cultura
A Série Psicanálise, Clínica e Cultura reúne obras dedicadas ao aprofundamento de temas e conceitos fundamentais da psicanálise, articulando a prática clínica às produções culturais e às transformações da sociedade.
A partir de Freud, Lacan e outros autores, as obras da linha exploram diferentes formas de compreender o inconsciente, o desejo, o gozo e a constituição do sujeito, colocando esses conceitos em diálogo com a clínica, a arte, a escrita e outras produções humanas.
Mais do que aproximar clínica e cultura, a linha investiga como a psicanálise pode ampliar seu campo de leitura diante das questões que atravessam o sujeito e a cultura contemporânea.
Obras que compõem a Série Psicanálise, Clínica e Cultura:
- Quando Freud fala de Arte, organizado por Josiane Orvatich
- Escritas em Psicanálise, de Patricia Leyack
- Inconscientes, de Ricardo Goldenberg
- Objeto a: dobra do sujeito, de Eva Lerner
- Autorizar-se psicanalista e o desafio de restar um, de Jean-Michel Vives
Participação no Evento
Garanta seu exemplar com condição exclusiva de lançamento
Envio para todo o Brasil a partir de 06 de novembro de 2026.

